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riscos_e_rabiscos

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Arquitectura Humana

                                   

Chamam-se Pilobolus tal como o fungo que se transfigura à luz do dia, e é uma companhia americana de dança cuja sua arte consiste em corpos que se transformam em ondas, bolas ou animais estranhos, numa incessante sequência de transformações.

 

Esta companhia de dança fez uma apresentação do seu trabalho na cerimónia do Óscares de 2007. Mas infelizmente eu não a entrega dos Óscares pois dá sempre muito tarde e o cansaço e o sono vencem-me muito antes de darem os programas interessantes, uma vez que as nossas televisões remetem os seus melhores programas para as tantas de manhã.

 

Hoje, estava eu a ver o programa da Oprah, quando eles surgiram e adorei ver o espectáculo deles pois é um teatro de sombras chinesas feito com o movimento de corpos humanos. Excelente!!!

É impressionante a capacidade de movimentos, a criatividade e a transformação destes corpos para formarem as mais variadas coisas.

Sempre apreciei as sombras chinesas. Quando era miúda, ainda passavam umas histórias feitas com sombras chinesas mas hoje em dia é só desenhos animados japoneses.

 

Publico aqui uma amostra do que a Pilobolus são capazes de fazer. Neste caso foi a sua apresentação nos Óscares de 2007. 

 

http://www.kewego.com.pt/video/iLyROoaft9y-.html">Oscars

 

Apreciem e fascinem-se tal como eu!

 

Um sábado calorento...

 

Mais um fim de semana de rotina na companhia do N.

Hoje fez bastante calor aqui mas nada que se compare às temperaturas que se verificaram no ano anterior.

Levantei-me, fui tomar o pequeno almoço ao sr. Jacinto cuja esposa (D. Arlinda) faz uns salgadinhos divinais, só comparáveis aos da D. Irene. Depois fui fazer as compras triviais e fui almoçar a casa dos meus pais.

Devido ao calor que estava, e não apetecia nada sair de casa, resolvi ocupar o meu tempo a arrumar o meu quarto pois devias estar com algum pózinho e pêlo de cão a mais, uma vez que o meu nariz tem-se queixado bastante.

Mas isto só gente maluca como eu é que se lembrava de meter em limpezas profundas com um calor destes...

O N. lá me ajudou a aspirar e a sacudir tapetes pois essas tarefas o meu nariz proibiu-me de as fazer.

Seguiu-se uma banhoca geral, cão incluído.

Depois fui fazer a paparoca (gaija, fiz as beringelas recheadas, experimenta!). Enquanto o N. levou o Pi à rua eu arrumei a cozinha.

Agora estamos na moleza. O N. es tá a ver bola, eu a blogar e o Pi está deitado aos meus pés, como se eu tivesse frio nos pés, mas ele tem uma necessidade extrema de estar sempre em contacto físico connosco. eu digo que ele pensa que eu sou a mãe dele.

Estou a ouvir o Paulo Bento e os famosos "aaa" no seu discurso. Faz-me lembra uma colega de universidade que durante a apresentação de um trabalho de Literatura Portuguesa disse 84 "portanto", fora os que não contei. até o professor lhe chamou à atenção.

E está a ser assim o meu sábado. Só falta mesmo enfiar-me na cama às tantas da manhã.

Um estranho animal chamado homem…

                            

  

                                     

     Can’t live WITH them, can’t live WITHOUT them!

Talvez seja o animal mais procurado e cobiçado ao cimo da terra. Para algumas vale ouro mas para outras, vale coisa nenhuma. Existem de várias cores e feitios. Uns melhores e outros piores. Mas o que é certo é que a dada altura todas querem ter um… HOMEM.

Fazem-nos sofrer, não nos compreendem e alguns são até cruéis.

Eles gostam mesmo é de ser eles a comandar, a impôr as suas vontades sem pedir opiniões ou sugestões a ninguém.

Dizem ser nossos amigos, até nos dão miminhos e oferecem prendas. Mas quantas vezes não há um jogo de interesses por trás?

Eles não nos compreendem ( porque não querem!) e nós não os compreendemos a eles. Será por sermos de sexos opostos? Mas não dizem que os opostos se atraiem? Devíamos dar-nos às mil maravilhas…

Efectivamente, não conheço ninguém que não tenha problemas com o seu homo sapiens sapiens.

Uma coisa parece ser comum a todos, não importa idade, estatuto social ou situação económica: sofrem todos de falta de iniciativa. E se não for as Marias a puxar a carroça, a coisa não anda.  

E depois não têm estofo para enfrentar as dificuldades da vida. Foge-lhes o chão, é uma tragédia grega e descontam os problemas nos outros, principalmente em nós, as tais Marias.

As Marias têm de aguentar tudo: os problemas pessoais, da casa, do trabalho e ainda ser mal-compreendidas e levar com os “desabafos” masculinos que às vezes até doem. Ah! Falta a famosa acusação masculina quando não querem ouvir umas boas verdades: “ela está com TPM”. Ora façam-me o favor!

Outro dos grandes problemas do sexo oposto é a falta de diálogo. É que nós mulheres gostamos de debater os assuntos, ouvir sugestões e opiniões para, finalmente, tirar conclusões. Ainda existem alguns seres que fingem ouvir mas na hora de responder ao nosso “ o que achas?” é que são elas. “Faz o que quiseres…”, respondem eles. E nós fazemos. Mas quando eles percebem que, afinal, até deviam ter dado uma opinião, é tarde demais. E lá ouvem as Marias novamente.

Existem outros que sempre que sonham que as Marias têm um problema, mudam de planeta, fecham-se numa concha, desligam o telemóvel e apagam todo e qualquer registo da sua existência. Nós não. Se o sapienszinho tem um problema, nós movemos céu e terra para os ajudar, só não fazemos o que não pudermos. Vamos à luta de mangas arregaçadas e com os dentes afiados à mostra: “Quem ousou fazer mal ao meu homo?”

A conclusão que eu tiro disto tudo é que, no fim das contas, somos nós que levamos o barco adiante, embora muitas vezes não seja evidente para não ferir a sua masculinidade. É que se assim não fosse a esta hora ainda estávamos na Era da Pedra Lascada….

 

 

 

 

DEZ TIPOS DE HOMENS (dos quais devemos fugir…)

                

O OPORTUNISTA

É aquele homem que entra na nossa vida caído do céu, precisamente na altura em que estamos carentes, frágeis, desoladas e revoltadas devido a tantas tentativas de relações frustradas. Inesperadamente, ele mostra-se atencioso e preocupado. Está ao nosso lado, promete e cumpre. ZÁS…! Ele é um “príncipe encantado” e é aí que nos apaixonamos. E é aí que as coisas começam a dar para o torto. Ele começa a por o pé na argola e nós a perdoar. Quem tem coragem de por um fim a uma relação com o “namorado perfeito”?

 

O PREGUIÇOSO

Certamente que tem muitas qualidades mas a sua qualidade maior é estar sentado no sofá a ver futebol. O seu mundo gira à volta daquele sofá. Nem para ir buscar uma cerveja e amendoins se levanta pois tem a escrava para o fazer. E nós fazemo-lo dedicadamente! Sair para jantar fora ou ir à disco ou estar com os amigos? Naaa… ninguém o arranca dali. No máximo, recebe uns amigos para se sentarem ao seu lado e continuar a ver TV. E nós? Nós, ou alinhamos no “senta no sofá” ou saltamos fora!!! Quem aguenta uma vida passada entre sala e cozinha a fazer vontadinhas ao “senhor”?

 

O BANANA

Gosta tanto de nós que até enjoa!!! AAAArgh!!! Ele é o máximo e faz tudo por nós. E é precisamente este o problema pois aceita tudo placidamente, sem discussões. Nós é que escolhemos tudo: o restaurante, o filme, a viagem, a roupa… BOOOORING!!! Quanto não vale um esgrimir de opiniões para escolher o restaurante onde vamos jantar? Então se formos nós a ganhar o jantar sabe a Manjar dos Deuses!

 

O INCONSTANTE

Não sabe viver sem nós. Mas também não sabe se quer viver connosco. Assim, vive em eterno conflito interno. Se nós terminamos a relação, ele fica destroçado e vem atrás de nós para remediar as coisas com falinhas mansas. Se nós cairmos na sua conversa, vai recomeçar tudo de novo!... Vale a pena mudar de planeta, não?

 

O CONTROLADOR

Está sempre em conflito connosco para ser ele a “controlar” a relação: quem beija melhor, quem é mais amoroso, quem gosta mais… Ao fim e ao cabo, isto só revela insegurança e baixa auto-estima! Cuidado para não sermos manipuladas, caso ele se revolte por termos mais auto-estima que ele. Se tiver oportunidade, vai virar o jogo até dar connosco em doidas!

 

O MANDÃO

É ele que manda nas nossas vidas mas nós não mandamos na dele. A relação subsiste em função da agenda e disponibilidade dele e quando nós queremos sair ou precisamos que ele nos acompanhe ao jantar da empresa, nunca tem tempo. Mas ele é tão espectacular e gentil e a sua desculpa tão boa que nós, pobres mulheres apaixonadas, nem conseguimos descobrir se é verdade ou não. Relações de “agora não tenho tempo”, não obrigada!

 

O MULHERENGO

Está sempre com as “antenas no ar” e não lhe escapa nenhum ser da espécie feminina. Mesmo que vá de mão dada connosco, se lhe passar uma beldade pela frente, não resiste a mirá-la de cima abaixo e se for preciso mandar um piropo. Nós ficamos com cara de tacho e chateadas mas não ganhamos nada com isso pois ele não tem consideração por nós. Não queremos partilhar a atenção do nosso namorado com beldades que se cruzam no nosso caminho. Toca a fugir…!

 

O TRAUMATIZADO

Vive em função das memórias da relação com a sua ex-namorada. Para ele, todas as mulheres são iguais (a ela). Vive cheio de tristeza, amargura e crises existenciais em vez de viver o nosso relacionamento. Consequentemente, a nossa relação é constituída por grandes conflitos e grandes ferimentos desferidos pelo nosso namorado. Haja paciência e força nas pernas para fugir desta relação!

 

O MENINO RICO

Liga mais à aparência do que à essência. É cheio de dinheiro e tem uma casa no melhor condomínio fechado e um carro espectacular, último modelo. E muuuuitas mulheres a flutuar à sua volta. Trata-nos como se fossemos um objecto e não temos direito a abrir a boca para reivindicar o que quer que seja. Temos de estar sempre super-bem para ele nos poder mostrar aos amigos como se fôssemos um animal de estimação. Futilidade? Hummm… Passo!

 

O INTELECTUAL

Parece inteligente, sensível e versado em vários assuntos da actualidade. Parece ser maravilhoso. Só tem um defeito: não te deixa falar, não dá importância às tuas opiniões e sugestões e tem sempre um ar de superior com o nariz arrebitado. Que raiva! Que é que quer um namorado que pensa que é o centro do mundo?!?

 

HOMENS, BAH!!!

Por definição, o Homem é um ser humano do sexo masculino, animal bípede da família dos primatas, pertencente à subespécie Homo sapiens sapiens.

 

Há-os amigos, amantes, amorosos, bananas, indiferentes, songas-mongas, sacanas, sinceros, mulherengos, sem iniciativa, impotentes, assanhados, meninos da mamã, beijoqueiros, carentes, fofinhos etc.

Poderia enumerar um sem fim de adjectivos para falar e qualificar o sexo oposto. Mas isto é só um pretexto para dissertar sobre os homens.

Todos nós procuramos a nossa “cara-metade”, a pessoa com quem nós queremos partilhar a nossa vida, viver as nossas alegrias e as tristezas. E não me venham dizer que isto não é verdade… Ninguém está feliz sozinho. Nem que seja por momentos, todos precisamos de alguém.

É pena que quando conhecemos um homem, ele não traga uma carta de referência, um currículo ou um “book”. Só para podermos analisar a pessoa antes de nos envolvermos e para sabermos com o que podemos contar. Depois há quem defenda que os homens deviam trazer manual de instruções, mas isso é outra história…

Conheço várias amigas com necessidades diferentes em relação à subespécie Homo sapiens sapiens.

Há a desesperada para fisgar um, há a carente e decepcionada, e há aquela que tem a mira da pontaria desacertada.

Comecemos pela primeira. Anda desesperada e corre os chats todos do planeta à procura de um homem para casar. Assim que tem um primeiro encontro, desata a falar em casamento, o que faz com que esse homem e os restantes num raio de 100 kilómetros se evapore misteriosamente. Julga os homens todos à semelhança de um ex-namorado que a deixou muito traumatizada. Por este motivo, os outros já estão classificados e catalogados mesmo antes de abrirem a boca – são todos iguais!

Caso número dois. Trocou Lisboa por um amor ardente e prometedor. Esse amor deu frutos e nasceu a minha linda xobinha. Mas ele depressa se acomodou e relegou a família para segundo plano. Ela sente-se carente, decepcionada e só. Faltam-lhe os miminhos, a companhia e a atenção dos primeiros tempos.

Chegámos ao último caso. Após o divórcio de um casamento castrador, ela libertou-se, modificou-se, ficou mais bonita… Ficou com outra energia, nem parecia a mesma!

Mas, tal como eu disse atrás, todos precisamos de alguém. Ela está nessa fase e tem conhecido muitos candidatos que acabam por se revelar tentativas frustradas.  O último caso, em que eu tinha bastante fé apesar de ela nunca mo ter apresentado, acabou por se ir desvanecendo devido a problemas pessoais dele. No entanto, eu acredito que quando ela menos esperar, vai encontrar alguém que goste dela e a mereça.

No fim das contas, andamos todas à procura do homem perfeito!

NÃO QUERO...!

Hoje acordei triste, desolada, sem vontade de nada e com um sentimento de inutilidade total. Não me apetecia sair da cama, nem comer mas só chorar. Chorar até não ter mais lágrimas.

Apetecia-me enfiar-me numa concha onde me pudesse refugiar do mundo inteiro. Apetece-me desistir de tudo. 

Não quero ser operada, não quero estar desempregada, não quero que a minha mãe esteja sempre a reclamar, não quero que o N. esteja longe, não quero não ter ninguém para conversar e rir, não quero estar sozinha, não quero… NÃO QUERO!!!

Queria uma vida nova para mim, queria poder mudar a minha vida, sem ter de depender de decisões de terceiros.

Queria voltar à minha infância e adolescência e aos momentos felizes que aí vivi.

estou cansada de lutar  e de não ser valorizada por isso. Estou cansada que a minha mãe imponha a sua vontade. Nunca nada está bem a não que seja ela a fazer. É desgastante e cansativo. É preciso paciência infinita. E ela não aceita que se lhe diga nada pois fica muito sentida. Tornou-se uma mulher amarga e implicativa. Não tenho memória da minha mãe ser carinhosa comigo, não me lembro do último beijo dado com carinho.

Como hoje estou imprópria para consumo, limito-me a ficar em casa. Não saí de casa nem para beber um café. Passei o tempo a ver a porcaria que passa nas nossas televisões. Nem a Tv cabo tinha programações interessantes. Entretive-me a ver porcarias na TV e a comer porcarias.

Amanhã veremos que estratégias vou arranjar para passar mais um dia de tédio.

Relógio Biológico

Durante esta semana a minha priminha B. ficou comigo. Havia uma virose a percorrer as barrigas dos mais incautos. Como a minha Bzinha é uma “esponja”, ficou em casa antes piorasse e tivesse que ser internada no hospital. É uma “florzinha de estufa” de 3 aninhos.

Fomos nós que a criámos prai desde os 4 meses de idade. Teve de ir às pressas para o infantário porque o meu pai teve uma paragem cardíaca. Não havia ninguém que pudesse ficar a tomar conta dela: a minha mãe não estava em condições psicológicas e a minha prima não podia faltar ao trabalho durante muito tempo nessa altura.

Foi duro para ela pois não é muito sociável e é muito ciosa de si e das suas coisas.

Teve dificuldade em começar a falar mas com a ajuda da terapia da fala lé começou com a sua “espanholada”.

Agora fala, reclama e zanga-se connosco. E é de morrer a rir. Ontem foi a vez do sr. V. do café levar uma descasca dela pois foi-lhe fazer cócegas. Ela não gostou de ter sido apanhada desprevenida e desatou a dizer-lhe “pára! Pára com isso! Vai-te embora!” E como ele lhe achou imensa piada aos gestos dela, voltou para se meter novamente. E ela disse que ele era teimoso.

A B. agora aprendeu uma nova: chama à minha mãe “mãe-tia”. Eu explico porquê… é que ela às vezes chama a minha mãe que não a ouve, então a B. pensa que se chamar mãe, a minha mãe a ouve melhor. Além disso, é isso que eu e meu irmão chamamos à nossa mãe certo? É o tal processo de imitação através do qual o ser humano aprende - a mimética.

Hoje fartei-me de rir com ela que queria falar ao telemóvel mas não queria que eu ouvisse, então mandou-me vir para o computador “falar com a mãe”. Então ela começou a estabelecer diálogos com os amigos imaginários. Eu estava cheia de dores de barriga porque estava morta de riso mas não me podia rir pois ia ferir as suas susceptibilidades.

O meu irmão provoca-a a cantar “come a papa B., come a papa” e ela manda-o calar, diz que ele não sabe cantar pois só a mãe dela é que sabe.

Está a ficar cada vez mais gira e espevitada. Só não lhe mostrem o Bóbi pois ela tem medo dele. Antes dizia que o Bóbi era mau porque ele tem uma adoração por ela – e por todas as crianças – e que se pudesse a deitava ao chão para a lamber da cabeça aos pés.

Eu ensinei-lhe que o Bóbi era amigo dela e que se alguém lhe fizesse mal o Bóbi dava-lhe uma palmada com o “rabo comprido”, como ela diz.

As crianças dão muito trabalho mas são maravilhosas e deixam muitas saudades. Fico com muita pena dela não estar sempre comigo pois ela é como se fosse a filha que eu não tenho, embora eu ache que o N. não compreende isso.

Gostava e que ria muito, muito, muito ter uma criança mas as minhas condições de vida cada vez se tornam mais instáveis. Além disso, não quero ser “mão solteira com pai à distância”. O pior é que o meu relógio biológico bate a alta velocidade e um dia destes ( ou até agora) pode ser tarde demais… e isto põe-me realmente triste!!!

O melhor do mundo são as crianças!!!

PERGUNTEI-TE SE...

Perguntei-te se eu era BONITA, tu disseste NÃO.

Perguntei-te se eu era GORDA, tu disseste CLARO QUE SIM.

Perguntei-te se tu QUERIAS ficar comigo para sempre, tu disseste NÃO.

Perguntei-te se tu CHORARIAS se eu me fosse embora para sempre, tu disseste NÃO.

Já tinha ouvido demasiado, e tive que me ir embora

mas à medida que me afastava...

Agarraste o meu braço e pediste-me para ficar.

Tu disseste...

Não és BONITA, és LINDA.

A única coisa GORDA ou GRANDE em ti é o teu CORAÇÃO.

Não QUERO ficar contigo para sempre, eu PRECISO de ficar contigo para sempre.

E, querida, eu não iria CHORAR se te fosses embora.

Eu iria MORRER.

 

ESQUECE-O!

ESQUECE-O

 

Esquece o seu nome

Esquece a sua face

Esquece o seu beijo

O seu abraço terno.

Esquece o amor que um dia viveste,

Lembra-te que ele já tem outra,

Esquece-o quando ouvires a vossa canção

Lembra-te de quando choraste toda a noite

Esquece a vossa intimidade

Lembra-te que ele a preferiu a ela

Esquece a sua forma de andar

Esquece a sua forma de falar

Esquece o que ele costumava dizer

Lembra-te que ele se foi embora.

Esquece a sua gargalhada

E a covinha do queixo

Esquece a maneira como ele te abraçava

Lembra-te que ele está com ela esta noite

Esquece o tempo que passou tão depressa

Esquece esse amor, já é passado

Esquece que ele disse que nunca te deixaria

Lembra-te que ele se foi embora para sempre.

 

 

    

 

P.S. Este poema é dedicado a todas aqueles que sofrem por por amor.

Sexta-Feira 13 - Eu Não Sou Supersticiosa Mas...

Eu não sou superticiosa mas esta sexta-feira 13... começou bem!! :)

Este dia, dizem os superticiosos, é um dia aziago. é um dia em que só acontecem coisas menos afortunadas e até inexplicáveis.

Ora eu hoje, até agora à tarde, já tive algumas.

Começei logo de manhã ao vestir-me. Correu tudo bem até vestir as calças. Vesti as calças e quando fui apertá-las... pimba! Foi o fecho às urtigas! Com as minhas artimanhas, lá consegui resolver o assunto e remediar o fecho. Andou tudo bem até à pouco. Fui-me sentar... pimba! O raio do fecho abriu-se de novo. Mais uma sessão de zip e zap, pra cima e pra baixo até que acabei com ele de vez. Que falta que me fazem as calcinhas!!!

De tanto beber água, uma pessoa tem de ir várias ao wc.

Assim que acendi a luz... pimba! Explodiu...! Que susto que apanhei. Lá se foi a lâmpada e uma pessoa passou a ter que fazer as suas necessidades às escuras pois não havia lâmpada para substituir. Ainda pensei em levar uma vela mas... ná... desisti da ideia. E se pegasse fogo a alguma coisa? Afinal hoje é sexta-feira 13 ...:P

Bom tive de ir ao wc novamentebuscar uma coisa, dei uma traulitada num alguidar com água que me caiu toda em cima. Foi um banho de água fria e pêras! Com a escuridão do wc, nunca mais me lembrei do alguidar.

Será que isto é influência da sexta-feira 13 ou sou eu que sou assim tão desastrada?!?

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